Meus fragmentos partilhados, minha alma descoberta. "A alegria da vida é ter algo a se partilhar. Sendo a alma de um mistério infinito, o prazer da vida é desvendá-la! Só se vive porque há um mistério novo a ser descoberto todos os dias! Cada pedaço do seu ser, vivo pelo mistério infinito de tudo!
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Sugestões dos Leitores
Se você tem alguma sugestão de postagem para o blog, pode me avisar. Qualquer tema, desde que seja com bom senso, eu posso estar publicando aqui.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
As Lições de Toy Story
Assim como várias pessoas, eu gosto muito de filmes. São uma de minhas paixões, logo depois da Música, de meus amigos, etc. Tenho uma lista muito seleta, e um gosto peculiar para os filmes. Meus preferidos são os da franquia de Piratas do Caribe. Na primeira vez que vi, me "viciei". Depois outros trabalhos com o ator Johnny Depp, (sou muito fã dos filmes dele) tais como Sweeney Todd, A Fantástica Fábrica de Chocolate, Sombras da Noite, O Cavaleiro Solitário, enfim. Depois Harry Potter, Jurassic Park, A Família Addams (nossa, como amo esse filme, um clássico, muito engraçado), filmes religiosos e sobre a vida dos Santos, como Dom Bosco, Santa Bakhita, Pio XII, Marcelino Pão e Vinho, e até do Mazzaroppi. Bem, a lista é gigante. Um dia talvez eu a posto aqui.
Mas hoje, queria falar sobre um filme que me marcou muito profundamente: Toy Story. E tenho que confessar: Não acreditava que um filme pudesse me comover. Nunca imaginaria uma coisa dessas! Quem me conhece bem, sabe que não sou o tipo de cara "manteiga derretida". Não me emociono com facilidade. Creio que nem mesmo meus amigos mais próximos nunca tenham me visto emocionado, salvo alguma vez ou outra num dos encontros da Igreja, mas isso é outra coisa, outra realidade.
Na época em que crianças ainda tinham terra pra brincar, se sujar e fazer aquela lambança e deixar as mães p#$@s de raiva, em que a Tecnologia tal qual temos hoje começava a engatinhar, que Castelo Rá-Tim-Bum era a febre das crianças, enfim, nos últimos anos da Era de Ouro da Infância de verdade, surge Toy Story. Foi o primeiro longa-metragem da Pixar, feito totalmente em computação gráfica, sendo recebido com ótimas críticas e faturando a maior bilheteria do ano de 1995, ano da estreia.
O vi pela primeira vez quando foi lançado no VHS, da Abril Vídeo. Meu pai e eu íamos à locadoras frequentemente. Quem não se lembra dessa abertura: https://www.youtube.com/watch?v=J8YCvsOwJF4
Pois bem, na primeira vez que o vi, achei o máximo. E esse foi meu assunto pelos outros três meses seguintes...
A filme conta a história dos brinquedos de Andy, que, como todo garoto e suas brincadeiras, tem seu brinquedo preferido: o Xerife Woody, que teme ser deixado de lado com a chegada de um brinquedo novo, o boneco Buzz Lightyear. Por causa da rivalidade dos dois, eles acabam se perdendo, e daí, o resto, todo mundo sabe. Eles acabam se tornando amigos, e com muito custo, conseguem voltar para casa.
Pois bem, nunca me fartei desse filme, Até hoje quando é exibido em algum canal eu assisto. E eu duvido não haver quem não o assista até hoje também. Mas esse ainda não é bem o meu foco.
Depois do sucesso de Toy Story 1, a Pixar acabou por produzir sua sequencia, Toy Story 2.
Andy está às vésperas de ir ao Acampamento de Verão, onde pretende levar Woody, mas bem pouco antes de partir, acaba causando um acidente nele, rangando o seu braço. Chateado, Andy deixa Woody em casa. Após alguns acontecimentos, Woody, na tentativa de salvar um outro brinquedo, vai parar num Bazar de Garagem, e acaba sendo roubado por All, que coleciona os brinquedos da linha de Woddy e pretende fazer fortuna os vendendo para um museu no Japão. Desesperados, os outros brinquedos saem numa missão de salvamento liderada por Buzz. O desfecho desse filme todos conhecem também. Após um grande sufoco, todos acabam voltando pra casa, e Woody leva Jessie e Bala no Alvo para integrar o conjunto de brinquedos do garoto Andy.
Pois bem, nunca me fartei desse filme, Até hoje quando é exibido em algum canal eu assisto. E eu duvido não haver quem não o assista até hoje também. Mas esse ainda não é bem o meu foco.
Depois do sucesso de Toy Story 1, a Pixar acabou por produzir sua sequencia, Toy Story 2.
Andy está às vésperas de ir ao Acampamento de Verão, onde pretende levar Woody, mas bem pouco antes de partir, acaba causando um acidente nele, rangando o seu braço. Chateado, Andy deixa Woody em casa. Após alguns acontecimentos, Woody, na tentativa de salvar um outro brinquedo, vai parar num Bazar de Garagem, e acaba sendo roubado por All, que coleciona os brinquedos da linha de Woddy e pretende fazer fortuna os vendendo para um museu no Japão. Desesperados, os outros brinquedos saem numa missão de salvamento liderada por Buzz. O desfecho desse filme todos conhecem também. Após um grande sufoco, todos acabam voltando pra casa, e Woody leva Jessie e Bala no Alvo para integrar o conjunto de brinquedos do garoto Andy.
E finalmente, depois de mais de 10 anos depois do lançamento do 2º filme da série, chega Toy Story 3. Era aqui que eu queria chegar. (E não! Eu não vi na Globo domingo passado. Vi na estreia).
Andy está indo pra faculdade. Já não é mais aquela criança. E agora, em que a fantasia e todo aquele mundo onde os brinquedos tem vida (que ironia), ficam para trás, seus brinquedos estão fadados a irem para o sótão. Mas, o destino é cruel com os brinquedos (Só pra variar) e por causa de um descuido, vão parar numa creche. Lá são acolhidos por Lotso, um urso de pelúcia com cheiro de morango que é o líder do lugar. Mas depois dos conformes, Woody e sua turma logo sacam que algo de muito mau acontece e descobrem a creche não é um lugar tão bonzinho assim. O urso Lotso é tipo o 'poderoso chefão', líder do cartel, quem manda e desmanda na vida de todos os brinquedos. (Desde o início, já de cara, não gostei desse Lotso. Urso do cão!)
Depois de conseguirem escapar da dita creche, Woody e seus amigos acabam sendo pegos pelo caminhão de lixo. Lotso acaba indo junto e quando tem a chance de se redimir, ele declina, e não ajuda os outros brinquedos a saírem daquele perigo.
Andy está indo pra faculdade. Já não é mais aquela criança. E agora, em que a fantasia e todo aquele mundo onde os brinquedos tem vida (que ironia), ficam para trás, seus brinquedos estão fadados a irem para o sótão. Mas, o destino é cruel com os brinquedos (Só pra variar) e por causa de um descuido, vão parar numa creche. Lá são acolhidos por Lotso, um urso de pelúcia com cheiro de morango que é o líder do lugar. Mas depois dos conformes, Woody e sua turma logo sacam que algo de muito mau acontece e descobrem a creche não é um lugar tão bonzinho assim. O urso Lotso é tipo o 'poderoso chefão', líder do cartel, quem manda e desmanda na vida de todos os brinquedos. (Desde o início, já de cara, não gostei desse Lotso. Urso do cão!)
Depois de conseguirem escapar da dita creche, Woody e seus amigos acabam sendo pegos pelo caminhão de lixo. Lotso acaba indo junto e quando tem a chance de se redimir, ele declina, e não ajuda os outros brinquedos a saírem daquele perigo.
Woody, Buzz e os outros acabam dentro de uma espécie de forno. Crentes de que esse seria o fim, são salvos pelos bonecos Et's.
"O Gaaaaaaarraaaa!!"
Salvos, eles conseguem voltar para casa... E lá, esperam pelo destino... Para serem guardados numa caixa e deixados no sótão...
Mas Andy decide não os guardar mais. Ao invés disso, eles os da para a garotinha Bonny e pede que ela tome cuidado com eles, pois são importantes.
Andy dá seu último adeus.
Essa foi a hora que mais me emocionei. O adeus. Achei uma cena muito triste mesmo. No filme, é o adeus aos brinquedos. Mas, trazendo pra realidade, foi o adeus a uma parte do meu ser, caso fosse comigo. não conseguiria fazer isso. Assim como alguns amigos meus, ainda tenho meus brinquedos comigo. Guardados, sim. Alguns quebrados, sim. Gastos, frouxos, as vezes com danos irreparáveis...
Mas eu não os deixaria, e não tenho vergonha de dizer isso. Não é pelo objeto em si, mas o que ele carrega. Não são meros pedaços de plástico. Não é apenas um simples valor sentimental. Como eu disse, é um pedaço do seu ser que ali está. Daqui 10 ou 20 anos, se vivo eu ainda estiver, eles me ajudarão a contar e lembrar parte da minha história, parte daquilo que fui um dia. Não é qualquer coisa. Eu pelo menos, acho que não né...
Esse filme me deixou emocionado, o que, como citei antes, não é lá uma coisa fácil de acontecer comigo. E também me fez pensar. Pensar na pureza e inocência daquela criança que fomos um dia. Daquela criança que de um simples brinquedo, por mais singelo que fosse, fazia mil fantasias e brincadeiras. Daquela criança que, um dia prometeu brincar para sempre. E por que não? Como diz uma criança grande que conheço: "Brincar de Viver", por exemplo. Daquela criança que ainda, as vezes precariamente, vive dentro de nós. Uma coisa é certa: Ela clama dentro de nós. Talvez nos momentos em que tudo estiver obscuro, sem aquela alegria, devemos libertá-la, para que ela nos liberte de nossas escravidões, que todos sabemos quais são: estresse, falta de paciência, falta de amor... Enfim, são tantas, não preciso citá-las, sabemos quais são as nossas. E falando das lições, bem, o filme me ensinou a valorizar aquilo que fomos, para que no futuro, os moldes dessa criança que habita dentro de nós nos guie com sua pureza.
"Ele sempre estará contigo, pro que der e vier."
"Adeus, parceiro."
:')
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